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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

HISTÓRIAS DE UBERLÂNDIA - PALACETE NAGHETTINI


O Palacete Ângelo Naghettine foi construído entre os anos de 1925 e 1927 por um construtor alemão que se encontrava na cidade a serviço da Prefeitura Municipal, cujo nome não pôde ser identificado.
O edifício, com três pavimentos, era o mais alto da cidade na época de sua construção e um dos mais requintados. Empregou tecnologia inovadora utilizando cimento importado, novos materiais nos acabamentos, mobiliários e ornamentos também importados.
Foi projetado para abrigar a residência da família e o estúdio de fotografia, que ocupavam o primeiro pavimento, alguns cômodos comerciais no térreo, que eram usados para outros empreendimentos do proprietário, tais como empresa funerária, óptica (a primeira da cidade), loja de jóias e fábrica de molduras de quadros e espelhos (também a primeira da cidade). O terceiro pavimento constituía-se de um mirante e sótão, que durante algum tempo foi utilizado como estúdio fotográfico.
Depois da morte do Sr. Naghettini, em 1983, a divisão dos cômodos do térreo foi alterada e alugados para estabelecimentos comerciais e adquirido pelo Sr. Vitório Siquierolli.
Após esta data, o primeiro e segundo pavimentos também foram redivididos e passaram a ser alugados para lojas. O proprietário do imóvel adquiriu o terreno da lateral esquerda e o transformou em estacionamento para as lojas. Em 2000, todo o edifício foi reformado.
O edifício de três pavimentos possui planta regular, é alinhado à calçada, tem acesso pela avenida Afonso Pena, através do pavimento térreo. Possui uma escada lateral nos fundos, datada da época da construção, que leva ao segundo pavimento onde se localizavam as demais dependências da residência.
Esse edifício marca o início das construções no espaço urbano de Uberlândia que ficou conhecido como “Cidade Nova”. Sua beleza e excentricidade nos dá mostra dos projetos arquitetônicos que estavam sendo implementados em Uberabinha no início do século XX.
Seu endereço se localiza na Av. Afonso Pena, nº 52.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Refrigerante de maconha será vendido nos EUA


De acordo com Scott Riddell, criador da empresa que comercializará a bebida, os níveis de THC em "Canna Cola" serão menores que os de outras bebidas do mesmo tipo que já estão no mercado
O criador do "Canna Cola" é o empresário Clay Butler, que assegura que nunca fumou maconha e que elaborou a bebida por "acreditar que os adultos têm o direito de pensar, comer, fumar, ingerir ou vestir o que quiserem", disse em entrevista à publicação "Santa Cruz Sentinel".
Além do sabor de cola, serão lançados, ao mesmo tempo, o de limão chamado "Sour Diesel", o de uva de nome "Grape Ape", o de laranja "Orange Kush" e, por fim, o inspirado na popular bebida Dr. Pepper, o "Doc Weed".
Portanto, o efeito no organismo é similar ao de uma "cerveja suave".


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Bandeirantes não eram heróis, e sim assasinos de indíos brasileiros




Os bandeirantes não se diferenciam de outros desbravadores: superaram adversidades e conquistaram territórios, mas também cometeram injustiças e violências. Têm méritos e erros, devendo ser compreendidos em seu contexto. Não se estuda história para encontrar herois, mas sim entender o como e porquê dos fatos. Modelos de comportamento são raríssimos tanto no passado quanto no presente.Ainda que estradas, avenidas e palácios levem seus nomes, os bandeirantes eram mais assassinos do que heróis desbravadores. Nomes como Raposo Tavares, Fernão Dias e Domingos Jorge Velho com frequência apareciam associados à violência e a assassinatos.
É o que mostram os relatos sobre esses responsáveis pelo frutífero negócio de trazer índios do interior do país para a escravidão no século XXVII.
Segundo o relato de jesuítas, "na longa caminhada até São Paulo, chegam a cortar braços de uns [índios] para com eles açoitarem aos outros". Mais: "matam os velhos e crianças que não conseguem caminhar, dando de comida aos cachorros".
Não foi apenas moral a ilusão criada sobre os bandeirantes, porém. Até suas roupas são retratadas de maneira errada. Não usavam, por exemplo, botas, nem que o destino fosse muito longe: o próprio Jorge Velho foi descalço de São Paulo ao Piauí.
A aparência corpulenta e a pele alva das pinturas também não são reais.
"A maioria era filho de branco com índia, com a pele mais escura", diz Manuel Pacheco, da Universidade Federal da Grande Dourados. "A alimentação era restrita. O bandeirante gordo dos quadros é muito improvável."
Esse mito dos bandeirantes foi consolidado após décadas de "marketing", pelos livros didáticos.
A imagem heroica foi incentivada com a ascensão dos cafeicultores paulistas à elite econômica do Brasil, no fim do século 19. A partir de 1903, essa orientação foi incorporada à política, e o governo estadual passou a bancar obras de arte que apoiassem essa aura mítica.
Com o passar dos anos, o mito foi sendo incorporado a outros grupos, que queriam se associar a essa imagem de coragem. Entram aí os constitucionalistas de 1932, o governo Vargas e até a ditadura militar.



Hoje em dia, não é a toa que empregadores diminuiram as exigências nos testes de admissão. Fossem mantidos, e ninguém seria aprovado. O ensino está caminhando para trás. Basta ler os textos apresentados na internet e agora, o conhecimento de História, levando a Geografia de brinde. Não fossem os bandeirantes - que qualquer pessoa minimamente esclarecida sabe não andavam em punhos de renda - meio Brasil estaria falando espanhol. Graças a Deus nós paulistas temos heróis indômitos para cultivar.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Os Estudos Acadêmicos realizados nas Universidades poderiam dar sensação de salvar vidas ?

RIO DE JANEIRO 2011 CRISTO REDENDOR
De todos os Estudos Acadêmicos realizados nas Universidades poderiam dar sensação de salvar vidas ? Boa pergunta, que talvez não seja respondida, mas a palavra certa é "não". A razão dos Estudos Acadêmicos realizados nas Universidades e dar utilidade e servir a comunidade através de pesquisas, mas a grande maioria 99,9% ficam nas estantes e gavetas das universidades sem aplicabilidade no dia a dia.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Planeta Plutão anteciparam sua retirada do Sistema Solar


Plutão como um planeta do Sistema Solar, após longas e intensas controvérsias sobre a resolução. A decisão foi votada hoje no plenário da 26ª Assembléia Geral da entidade, realizada em Praga. O Sistema Solar passa assim a ter oito planetas em vez de nove. Os mais de 2.500 analistas de 75 países reunidos na capital tcheca reconhecem, desta forma, que se cometeu um erro quando ficou determinado que Plutão pertencia a categoria de planeta, em 1930, ano de sua descoberta.
A definição adotada preenche um vazio que existia no campo científico desde os tempos do astrônomo polonês Copérnico (1473-1543).
A nova definição estabelece que os planetas do Sistema Solar são oito-- Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Plutão, o novo objeto UB313, descoberto no ano passado, e Ceres entram na classificação de planeta anão, uma nova categoria. Uma terceira categoria também foi criada que se refere a objetos menores que orbitam em torno do Sol, como asteróides, cometas e satélites naturais. Estes serão chamados de pequenos corpos do sistema solar.

domingo, 16 de janeiro de 2011

SAPO VOADOR VAMPIRO - nova descoberta em 2011 no Vietnã








Uma nova espécie de sapo na selva do Vietnã, ao qual deram o nome de "sapo voador vampiro" (Rhacophorus vampyrus). Ele foi chamado assim porque vive no alto das árvores e tem os dedos das patas unidos por uma pele que lhe permite planar no ar quando salta. O "vampiro" vem do fato de ele apresentar estruturas similares a presas na parte inferior da boca quando em fase de desenvolvimento. A função dessas estruturas ainda não esta clara mas é a primeira vez que se encontra algo deste tipo em sapos em fase larval.

O animal coloca seus ovos em buracos de árvores que acumulam água. Desta forma, consegue protegê-los de todos os predadores que há nos rios e lagos, onde outros sapos normalmente se reproduzem. O achado foi divulgado na revista "Zootaxa

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Primeira Fada se chamava Morgana

As Fadas surgiram no século IX. A primeira fada criada se chamava Morgana. Os contos não foram criados e escritas para crianças, enão tinha conotações morais. "Originalmente concebidos como entretentimento para adultos, os contos de fadas eram contadosem reuniões sociais, nas salas de fiar,nos campos, nos salões e em outros ambientes dos adultos onde se reuniam" (Sheldon Cashdan) e não nas escolas ou creches nos dias atuais.
Os Contos de Fadas eram um passa-tempo das pessoas nobres, que tinham algum conhecimento literário, e eram contados para entretimento dessas pessoas.
Fada Morgana - essa pintura retrata o estilo de vestimento e corpo da época de uma fada, diferentemente das fadas atuais

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ECLIPSE TOTAL DA LUA 2011 - 03 DE JANEIRO

Pessoas na Itália olhando a primeira eclipse do ano 2011

Foto tirado na índia

Foto tirada na Alemanha



Foto tirada na França

Foto tiradaIsrael eclipse

Primeira eclipse de 2011 registrada por todas as pessoas do mundo.